Como papai sempre encheu a boca para falar, eu fui feita em Paris, literalmente falando. Se eu tivesse um rótulo nele estaria escrito: Made in France. É por alguns meses e por opção da minha mãe não tive minha cidadania européia e hoje evitaria os interrogatórios na imigração britânica.
Finalmente cheguei em Paris, dia 12 de novembro. Estava ansiosa por esse momento. Conhecer a cidade da luz, da Torre Eiffel, do maior Arco do Triunfo do mundo, da Champs Elysees, do Louvre, dos crepes e croissants, da Notre Dame, do Rio Sena... enfim, a mágica Paris.
Foi com muita receptividade que Sabine me buscou no aeroporto. Foi muito bom reencontrar uma amiga de infância, depois de tanto tempo e tão longe de onde nos conhecemos. De lá demos uma volta de carro, sim de carro!!! Nem sabia mais como era isso kkkkkkkkkk Fomos dar uma volta pelo centro de Paris e de longe já consigo ter o meu primeiro contato visual com a Torre. Sim era mesmo a Eiffel, que para me receber já tinha uma iluminação super especial.
Me encantei com o tamanho do Arco do Triunfo e com as belíssimas lojas da Champs Elysees, principalmente com a iluminação da Louis Vuitton. Já não sabia mais para que lado olhar, não sabia se pedia para parar e me deixar ali mesmo... estava meio atônita.
Chegando em casa, é, a essas alturas hostel vira casa, casa compartilhada vira casa, casa dos outros vira minha casa também e foi lá que me alimentei de verdade verdadeira com gostinho de comida brasileira, depois de tanto tempo (pãozinho de queijo e coxinha não vale). Me esbaldei num prato de feijão com arroz, farofa e galinha, com direito a Guaraná Antartica!!!! Depois disso, até dispensei a Nutella e fui dormir feliz!!!!
Ops, não fui dormir, só lá pelas 3 da manhã, antes disso lóooogico q tentei colocar em dia assuntos de alguns anos perdidos...
